segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Carta para Deus

A convivência é que faz despertar os sentimentos
Há que se adequar ao cotidiano... As diferenças...
Há que se superar a cada momento decisivo...
Há que se guardar todo momento simples...

É assim que se convive: observando... Concluindo.

Por isso, envolve-te com o teu próximo;
Torna-o realmente próximo, cativo...
Cativa-o com sorrisos e não haverá lacrimejar...
Prende-o com modéstia e verás nascer um sentimento sublime e puro.

Eis o que se chama Amor, jamais impuro e sempre verdadeiro;
Jamais imposto e podendo ser o último ou o primeiro...
A posição aqui é o que menos tem importância...
Na convivência o Amor é sinônimo de constância...

É assim que se ama: doando-se ao semelhante...

E não é preciso publicar ao mundo o sentimento;
É importante usufruir a todo o momento...
É necessário sentir o que eleva o pensamento...
Assim se escreve para Deus com discernimento.

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